Simples Nacional: Guia Completo
Guia completo do Simples Nacional para micro e pequenas empresas.
Simples Nacional é sempre a melhor opção?
Apesar do nome, o Simples nem sempre é o mais vantajoso. Dependendo da atividade, faturamento e margem, outros regimes podem gerar economia significativa.
Empresas de serviços no Anexo V pagam alíquotas de até 33% no Simples — mais do que pagariam no Lucro Presumido. Empresas com poucos funcionários e faturamento elevado frequentemente estão no regime errado.
O Fator R (relação entre folha de pagamento e faturamento) é determinante: se a folha representar pelo menos 28% do faturamento, a empresa migra do Anexo V (alíquotas altas) para o Anexo III (alíquotas baixas).
Como funciona o Simples Nacional
O Simples unifica 8 tributos em uma guia (DAS): IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, IPI, ICMS, ISS e CPP. As alíquotas são progressivas, variando de 4% a 33% conforme o anexo (I a V) e a faixa de faturamento.
Anexos: Comércio (I), Indústria (II), Serviços gerais (III), Serviços específicos (IV - ISS separado) e Serviços profissionais (V). A classificação depende da atividade (CNAE).
Fator R: Empresas do Anexo V que têm folha de pagamento ≥ 28% do faturamento são tributadas pelo Anexo III (alíquotas menores). Otimizar o Fator R é uma das estratégias mais eficientes.
Limites: Faturamento de até R$ 4,8 milhões/ano. Sublimite estadual de R$ 3,6 milhões para ICMS/ISS. Empresas que ultrapassam o sublimite pagam esses tributos por fora do DAS.
Como funciona o Simples Nacional
O Simples unifica 8 tributos em uma guia (DAS): IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, IPI, ICMS, ISS e CPP. As alíquotas são progressivas, variando de 4% a 33% conforme o anexo (I a V) e a faixa de faturamento.
Anexos: Comércio (I), Indústria (II), Serviços gerais (III), Serviços específicos (IV - ISS separado) e Serviços profissionais (V). A classificação depende da atividade (CNAE).
Fator R: Empresas do Anexo V que têm folha de pagamento ≥ 28% do faturamento são tributadas pelo Anexo III (alíquotas menores). Otimizar o Fator R é uma das estratégias mais eficientes.
Limites: Faturamento de até R$ 4,8 milhões/ano. Sublimite estadual de R$ 3,6 milhões para ICMS/ISS. Empresas que ultrapassam o sublimite pagam esses tributos por fora do DAS.
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