Contabilidade para SCD (Sociedade de Crédito Direto)
Contabilidade regulatória completa para Sociedades de Crédito Direto com expertise em operações de crédito digital.
SCDs com contabilidade inadequada enfrentam riscos regulatórios severos

A Sociedade de Crédito Direto (SCD), criada pela Resolução 4.656/2018, é uma das categorias mais inovadoras do sistema financeiro brasileiro — permitindo que fintechs concedam crédito diretamente, sem intermediários bancários. Porém, essa liberdade vem com responsabilidades contábeis rigorosas.
O principal desafio contábil da SCD é a gestão da carteira de crédito: cada operação deve ser classificada por nível de risco (AA a H), com provisões constituídas conforme a Resolução 2.682. Com carteiras que podem ter milhares de operações, a integração entre o sistema de crédito e a contabilidade COSIF deve ser perfeita.
Outro ponto crítico é que SCDs operam exclusivamente com recursos próprios — não podem captar depósitos ou emitir títulos. Isso significa que a gestão de capital é fundamental: cada real emprestado reduz o patrimônio disponível, e a contabilidade deve refletir com precisão a posição de capital a todo momento.
SCDs que não mantêm provisões adequadas ou que apresentam inconsistências entre a carteira de crédito e a contabilidade COSIF recebem notificações do BACEN e podem ter sua autorização suspensa.
Por que fintechs e instituições reguladas escolhem a ArtCont
18+ anos de atuação contábil-fiscal com foco em instituições financeiras autorizadas pelo BACEN.
Evolução das SCDs autorizadas pelo BACEN no Brasil
A SCD é uma das categorias regulatórias que mais cresce — e que mais exige rigor contábil em provisões e capital próprio.
- SCDs autorizadas

Contabilidade para SCD: da originação ao compliance
A contabilidade de uma SCD abrange todo o ciclo de vida das operações de crédito, desde a originação até a baixa por pagamento ou inadimplência.
Classificação e provisão de crédito: Cada operação de crédito deve ser classificada em um dos 9 níveis de risco (AA a H) com base em critérios como atraso, perfil do tomador e garantias. As provisões variam de 0% (nível AA) a 100% (nível H). A contabilidade deve refletir essas classificações no COSIF e atualizá-las mensalmente.
Contabilização de receitas: A receita de juros de operações de crédito deve ser reconhecida pelo regime de competência, utilizando a taxa efetiva de juros. Para operações em atraso acima de 60 dias, a receita de juros deve ser suspensa (non-accrual). A ArtCont garante que o reconhecimento de receita siga rigorosamente as normas do BACEN.
Cessão de crédito: SCDs podem ceder créditos a instituições financeiras, FIDCs ou securitizadoras. A contabilização da cessão deve refletir se foi com ou sem coobrigação, impactando diferentemente o balanço e o resultado da SCD.
Capital e alavancagem: A SCD deve manter índice de capital mínimo (Índice de Basileia) e monitorar sua alavancagem. Como opera com recursos próprios, cada operação de crédito consome capital regulatório. A contabilidade deve produzir relatórios que permitam à gestão otimizar o uso do capital.
Integração com plataforma de crédito: A maioria das SCDs opera com plataformas digitais de originação e gestão de crédito. A contabilidade COSIF deve estar integrada com essas plataformas para garantir consistência entre os dados operacionais e contábeis.
Como estruturamos a contabilidade regulatória da sua instituição
Metodologia comprovada em mais de 30 processos de autorização BACEN, do MVP ao IPO.
Diagnóstico Regulatório
Mapeamento da sua atividade frente ao BACEN, COAF, CVM e Receita Federal — identificando obrigações e riscos.
Estruturação Contábil
Implantação do plano de contas (convencional ou COSIF), políticas, manuais e governança financeira.
Integração Tecnológica
Conexão via API com BaaS, gateways, ERPs e core banking para conciliação automatizada D+0.
Compliance Contínuo
Monitoramento de obrigações, índices prudenciais, PLD/FT e relatórios para BACEN, COAF e investidores.
Contabilidade para SCD: da originação ao compliance
A contabilidade de uma SCD abrange todo o ciclo de vida das operações de crédito, desde a originação até a baixa por pagamento ou inadimplência.
Classificação e provisão de crédito: Cada operação de crédito deve ser classificada em um dos 9 níveis de risco (AA a H) com base em critérios como atraso, perfil do tomador e garantias. As provisões variam de 0% (nível AA) a 100% (nível H). A contabilidade deve refletir essas classificações no COSIF e atualizá-las mensalmente.
Contabilização de receitas: A receita de juros de operações de crédito deve ser reconhecida pelo regime de competência, utilizando a taxa efetiva de juros. Para operações em atraso acima de 60 dias, a receita de juros deve ser suspensa (non-accrual). A ArtCont garante que o reconhecimento de receita siga rigorosamente as normas do BACEN.
Cessão de crédito: SCDs podem ceder créditos a instituições financeiras, FIDCs ou securitizadoras. A contabilização da cessão deve refletir se foi com ou sem coobrigação, impactando diferentemente o balanço e o resultado da SCD.
Capital e alavancagem: A SCD deve manter índice de capital mínimo (Índice de Basileia) e monitorar sua alavancagem. Como opera com recursos próprios, cada operação de crédito consome capital regulatório. A contabilidade deve produzir relatórios que permitam à gestão otimizar o uso do capital.
Integração com plataforma de crédito: A maioria das SCDs opera com plataformas digitais de originação e gestão de crédito. A contabilidade COSIF deve estar integrada com essas plataformas para garantir consistência entre os dados operacionais e contábeis.
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Diferenciais ArtCont para Sociedades de Crédito Direto
Domínio total da Resolução 4.656/2018, COSIF, provisões Res. 2.682 e integração com plataformas digitais de crédito.
Carteira sob controle
Classificação automatizada AA-H, provisões mensais e relatórios gerenciais de inadimplência.
Capital regulatório otimizado
Monitoramento do Índice de Basileia para maximizar volume de crédito sem desenquadramento.
Integração digital
Conexão com plataformas de originação e gestão de crédito para conciliação em tempo real.
Cessão de crédito
Contabilização correta de cessões com e sem coobrigação para FIDCs e securitizadoras.
Receita por taxa efetiva
Reconhecimento de juros pelo regime de competência e suspensão automática em non-accrual.
Compliance Res. 4.656
Garantia de operação 100% dentro dos limites: recursos próprios, plataforma digital, sem captação.
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Classificação de carteira de crédito da SCD: provisões obrigatórias
| Nível de Risco | Atraso | Provisão Mínima | Impacto no Resultado |
|---|---|---|---|
| AA | 0 dias | 0% | Nenhum |
| A | 0 dias | 0,5% | Baixíssimo |
| B | 15 a 30 dias | 1% | Baixo |
| C | 31 a 60 dias | 3% | Moderado |
| D | 61 a 90 dias | 10% | Significativo |
| E | 91 a 120 dias | 30% | Alto |
| F | 121 a 150 dias | 50% | Muito alto |
| G | 151 a 180 dias | 70% | Crítico |
| H | Acima de 180 dias | 100% | Perda integral |
Autoridade técnica em contabilidade regulatória de fintechs

A ArtCont integra contadores com experiência direta em instituições financeiras autorizadas pelo BACEN, advogados tributaristas e especialistas em compliance PLD/FT. Atuamos lado a lado com auditorias Big Four (PwC, KPMG, EY, Deloitte) em rounds Series A em diante e somos referência em transição contábil de plano empresarial para COSIF.
Conteúdo revisado pela equipe técnica ArtCont — Contabilidade Regulatória & BACEN
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